Fazenda solar em Minas Gerais que gera os créditos de energia solar na conta de luz dos assinantes — como funcionam os créditos de energia solar na conta de luz
como funcionam os créditos de energia solar na conta de luz

Como funcionam os créditos de energia solar na conta de luz?

Coesa Solar ·

O que são créditos de energia solar e de onde eles vêm

Se você já se perguntou como funcionam os créditos de energia solar na conta de luz, a resposta é mais simples do que parece. Não precisa instalar placa no telhado nem ter casa própria. Os créditos vêm de fazendas solares — grandes áreas com painéis instalados no chão, geralmente no interior do estado—que geram energia e a enviam para a rede elétrica da distribuidora.

Quando uma fazenda solar gera mais energia do que consome, esse excedente é injetado na rede. A distribuidora registra essa energia em forma de créditos, que são distribuídos para quem assina um plano de energia solar compartilhada. Na prática, você recebe um abatimento na conta de luz todo mês, sem ter feito nenhuma obra ou investimento.

Esse modelo chama-se geração compartilhada. Ele permite que várias pessoas e empresas usem a energia de uma usina que está longe da sua casa. No caso da Coesa Solar, as fazendas solares ficam em cidades do interior de Minas Gerais, e os assinantes podem estar em Belo Horizonte, Uberlândia, Juiz de Fora ou qualquer outra cidade do estado.

Um exemplo concreto: uma fazenda solar em Montes Claros gera energia para a rede da Cemig. Um assinante da Coesa em Contagem recebe uma parcela dessa energia em forma de crédito. No fim do mês, a conta dele vem com um desconto 20%, dependendo do plano escolhido. Ele não precisa fazer nada além de pagar a mensalidade da Coesa, que é menor do que a economia que ele tem na fatura da luz.

Para entender melhor, vale conhecer três termos que aparecem sempre nesse assunto:

  • Geração distribuída: é a produção de energia perto de onde ela é consumida—no caso, em fazendas solares que ficam em Minas Gerais, atendendo consumidores do mesmo estado. Isso reduz perdas no transporte e barateia o sistema. o

  • Compensação: é o mecanismo que transforma a energia gerada pela fazenda em créditos na sua conta. A distribuidora mede o que foi injetado e abate esse valor na fatura de quem assina o plano.

  • Usina remotamente localizada: é a fazenda solar que fica a quilômetros de distância do consumidor. Graças à rede elétrica, essa distância não é problema— a energia chega até você por cabos, e os créditos são calculados pela medição da usina, não pela sua casa.

Ou seja, os créditos de energia solar funcionam como um "desconto virtual" que a distribuidora aplica na sua conta, porque outra pessoa—no caso, a Coesa—gerou energia limpa em nome de um grupo de assinantes. Você não precisa de telhado, de obra, nem de dinheiro guardado. Só precisa de uma conta de luz acima de R$ 200 por mês e vontade de pagar menos.

como funcionam os créditos de energia solar na conta de luz — ilustração 1

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Onde os créditos de energia solar aparecem na conta de luz

Quando você assina a energia solar da Coesa, a sua conta de luz continua chegando normalmente — e ela vem da mesma distribuidora de sempre, como a Cemig, por exemplo. Não há boleto separado, nem cobrança extra em outro lugar. O desconto aparece direto na fatura que já chega na sua casa ou empresa, todo mês.

Para encontrar o valor que você economizou, basta olhar o campo chamado "Energia Compensada" ou "Compensação GD" na sua conta. Esse item fica na parte de detalhamento do consumo, geralmente logo abaixo da tabela com os valores de energia elétrica. É ali que a distribuidora registra a quantidade de energia que foi gerada pelas fazendas solares da Coesa e injetada na rede para abater o seu consumo.

Vamos a um exemplo prático para ficar claro. Digamos que a sua conta de luz hoje é de R$ 300 por mês. Com a energia solar por assinatura, esse valor cai para R$ 210 — ou seja, você paga R$ 90 a menos, todo mês, sem ter feito nenhuma obra ou investimento. Na fatura, você vai ver o consumo total de energia (por exemplo, 300 kWh), depois o valor da energia compensada (que aparece como um crédito de R$ 90) e, por fim, o total a pagar, já com o desconto aplicado.

Esse valor abatido não é uma cortesia da distribuidora — é o crédito gerado pela energia solar produzida nas fazendas da Coesa, que é injetada na rede elétrica. A Cemig (ou a distribuidora da sua região) reconhece esse crédito e o desconta automaticamente da sua fatura. Você não precisa entrar em contato, preencher formulários ou fazer nada: o processo é todo automático, mês a mês.

O resultado é simples: você continua recebendo a mesma conta de luz, com o mesmo fornecedor de energia, mas com um valor menor para pagar. E como o desconto é aplicado direto na fatura, você não corre risco de esquecer de pagar algo separado ou de se confundir com boletos diferentes. Tudo continua funcionando como antes, só que com um alívio no bolso.

Se você quer ver, na prática, quanto a energia solar por assinatura pode reduzir a sua conta de luz, é só fazer uma simulação rápida. Em menos de um minuto, você descobre o valor exato que pode economizar todo mês, sem precisar instalar nada na sua casa ou empresa. Simule sua economia e veja o impacto na sua fatura.

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Passo a passo: da fazenda solar ao desconto na sua fatura

O processo parece técnico, mas é mais simples do que você imagina. Não precisa instalar nada, não precisa limpar paineles, não precisa nem estar em casa quando algo acontece. Tudo funciona de forma automática, entre a fazenda solar, a distribuidora e a sua conta de luz.

Aqui está o fluxo completo, passo a passo:

  1. A fazenda solar gera energia. Os paineles da Coesa Solar captam a luz do sol e a transformam em eletricidade. Isso acontece todos os dias, mesmo com nuvens – a geração é contínua e previsível.

  2. A energia é injetada na rede da distribuidora. Essa eletricidade não viaja direto até sua casa. Em vez disso, entra na rede pública de energia da sua região. Pense na rede como uma autoestrada por onde todo mundo circula.

  3. A distribuidora mede a geração e converte em créditos. Todo mês, a distribuidora registra exatamente quantos kWh a fazenda produjo. Essa quantidade se transforma em créditos – pontos que você pode usar para pagar seu consumo.

  4. Os créditos compensam o consumo do assinante na fatura seguinte. Quando você recebe sua conta, os créditos são aplicados automaticamente. O resultado: você paga menos pelo que consumiu, 20% menos, dependendo do seu plano.

Un exemplo concreto

Imagina que em janeiro a fazenda solar gera 300 kWh. A distribuidora registra isso e converte em 300 créditos. Na fatura de fevereiro, esses créditos são usados para compensar parte do seu consumo. Digamos que você consumiu 400 kWh em fevereiro – os 300 créditos cobrem a maior parte, e você paga apenas pelos 100 kWh restantes.

O mesmo acontece todos os meses. A energia produzida em um mês aparece como desconto na fatura do mês seguinte. Não há acumulação infinita – os créditos expiram em até 12 meses, mas no uso normal eles se renovan constantemente.

O que você precisa fazer?

Nada. Literalmente nada. Não precisa monitorar nada, não precisa fazer nenhuna manutenção, não precisa nem abrir um e-mail. A única condição é manter sua conta de luz em dia – o que você já faz normalmente.

A distribuidora cuida de todo o resto. A Coesa Solar também. Você só paga sua mensualidade e ve o desconto aplicado na fatura.

Se quiser mais detalhes técnicos sobre como funciona a compensação de energia, pode consultar a página oficial da ANEEL – lá estão as regras que regulam todo este processo.

O resultado é simples: você economiza até R$ 3.200 por ano (dependendo do seu consumo), sem obra, sem investimento, sem dor de cabeça. E a energia solar que você usa vem de fazendas locais, ajudando a reduzir a dependência de combustíveis fósiles.

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As regras oficiais: ANEEL, Lei 14.300 e o sistema de compensação

O Brasil tem uma regra oficial para quem gera a própria energia: o Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE). Ele é regulado pela ANEEL, a agência que fiscaliza o setor elétrico, e garante que todo consumidor com geração distribuída receba crédito na conta. Geração distribuída é o nome técnico para energia produzida perto de onde ela é consumida — seja no telhado da sua casa ou em uma fazenda solar de outro município.

Na prática, o funcionamento é simples. Você consome a energia da rede normalmente. Ao mesmo tempo, o seu sistema (ou a fazenda solar que você assina) injeta energia na mesma rede. A distribuidora mede o que foi injetado e o que foi consumido. Se você gerou mais do que usou, o saldo vira crédito. Se gerou menos, você paga só a diferença.

A Lei 14.300, de janeiro de 2022, veio para dar segurança jurídica a esse modelo. Ela criou o Marco Legal da Geração Distribuída e definiu as regras de transição para quem já tinha sistema ou para quem entrasse no esquema até 2023. Para quem assina energia de fazenda solar, vale a mesma lógica: a Coesa injeta a energia na rede e a distribuidora abate esse valor da sua conta. Você nunca precisa mexer em nada.

"O Sistema de Compensação de Energia Elétrica permite que a energia ativa injetada na rede por unidade consumidora com microgeração distribuída seja compensada com a energia elétrica ativa consumida." — Resolução Normativa nº 482/2012, ANEEL.

Traduzindo para o seu bolso: se a sua conta é de R$ 500, e a fazenda solar injetou o equivalente a R$ 150 de energia, você paga R$ 350. O desconto aparece direto na fatura, sem precisar de instalação, obra ou painel no seu telhado. Tudo isso é oficial, regulamentado e pode ser contratado por qualquer consumidor residencial ou pequeno empresário em Minas Gerais.

A diferença entre ter painel próprio e assinar é só o investimento. No painel próprio, você gasta R$ 15 a 30 mil para instalar. Na assinatura, você paga apenas o valor da energia consumida com desconto. A regra de compensação é idêntica, porque a ANEEL não distingue a origem da geração: o que importa é que a energia foi injetada na rede e abatida da sua conta. Por isso, o modelo de assinatura cresce tão rápido — ele usa a mesma estrutura regulatória, sem exigir capital inicial.

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Quanto os créditos de energia solar reduzem a conta de luz

Quando você contrata um plano de energia solar por assinatura, o que define sua economia não é a quantidade de créditos gerados na fazenda solar, mas o percentual de desconto que você escolheu no contrato. Os créditos são a forma técnica de abater o consumo, mas o valor final da sua conta depende do desconto aplicado sobre o seu gasto atual.

Na prática, funciona assim: a Coesa gera energia na fazenda solar e injeta na rede. Essa energia vira créditos que são abatidos da sua conta. Porém, o que você paga no fim do mês é o valor original da sua conta menos o percentual contratado. Ou seja, se seu plano tem 20% de desconto, sua conta cai exatamente 20% — independentemente de quantos créditos foram gerados naquele mês.

Para ficar mais claro, veja três simulações com faixas comuns de consumo em Minas Gerais:

Conta atualDesconto do planoNova contaEconomia mensal
R$ 25020%R$ 212,50R$ 37,50
R$ 40020%R$ 300,00R$ 100,00
R$ 60020%R$ 420,00R$ 180,00

No exemplo do meio, uma conta de R$ 400 no plano de 20% vira R$ 300. Você paga R$ 100 a menos todo mês, sem nenhuma obra ou painel no seu telhado. O mesmo raciocínio vale para as outras faixas: o desconto percentual é aplicado direto sobre o valor que você já paga hoje.

Essa previsibilidade é um dos grandes atrativos do modelo por assinatura. Diferente de um sistema próprio, onde a economia varia com o sol, a chuva e a manutenção, aqui o percentual é fixo no contrato. Você sabe exatamente quanto vai pagar no fim do mês, o que facilita o orçamento da casa ou do negócio.

Vale lembrar que o desconto máximo de 20% é aplicado para contas mais altas, geralmente acima de R$ 600. Para contas menores, o desconto fica entre 20% e 20%. Mas mesmo com 20%, a economia anual já representa um valor significativo: em uma conta de R$ 250, são R$ 450 por ano que deixam de ir para a distribuidora.

Se você quer saber mais sobre como calcular a economia exata para o seu caso, escrevemos um artigo completo com exemplos e detalhes: Quanto economiza energia solar por assinatura. Lá você encontra outras faixas de consumo e comparações com o sistema tradicional.

A melhor forma de saber o impacto real na sua conta é fazendo uma simulação rápida. No site da Coesa, você informa o valor da sua conta de luz e o consumo médio, e em menos de um minuto vê qual plano se encaixa no seu perfil e quanto vai economizar por mês. A contratação é 100% digital, sem burocracia e sem precisar de investimento inicial.

Não importa se sua conta é de R$ 250 ou R$ 600: o cálculo é simples e transparente. Você continua recebendo a mesma energia da rede, mas com um desconto garantido no valor final. Os créditos de energia solar fazem esse abatimento acontecer, mas quem define sua economia é o percentual do plano que você escolhe.

Faça a simulação agora mesmo em coesasolar.com.br e veja com seus próprios números quanto a energia solar por assinatura pode reduzir a sua conta de luz. Sem obra, sem dor de cabeça e com economia que começa já no primeiro mês.

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Créditos por assinatura ou painéis solares próprios: qual vale mais a pena

São dois caminhos legítimos para reduzir a conta de luz, mas a escolha depende do seu bolso e do seu momento de vida. O primeiro exige um investimento alto para instalar placas no seu telhado. O segundo, que é o modelo da Coesa Solar, funciona por assinatura e não exige nada disso. A diferença principal está no valor inicial e na burocracia.

Painéis solares próprios: o caminho do investimento alto

Instalar um sistema fotovoltaico em casa custa caro. Um projeto residencial médio, capaz de gerar energia para um consumo de R$ 400 por mês, sai por volta de R$ 25 mil, incluindo placas, inversor, mão de obra e homologação. Esse valor varia conforme a região e a potência necessária, mas dificilmente fica abaixo de R$ 18 mil para quem paga mais de R$ 200 de luz.

Além do desembolso, há a obra no telhado. São necessários furos, estruturas metálicas e um eletricista especializado. Depois, você precisa de manutenção periódica — lavagem das placas, verificação das conexões e troca do inversor após alguns anos, que é um componente caro. A recuperação do investimento costuma levar de 4 a 7 anos, dependendo do quanto o sol bate no seu telhado e da tarifa da sua distribuidora.

Esse modelo faz sentido quando você tem os R$ 25 mil sobrando, pretende morar no mesmo imóvel por mais de uma década, tem telhado em boas condições e encara a manutenção como parte da rotina. O retorno no longo prazo é real, mas é preciso ter capital parado e paciência.

Assinatura de créditos: zero investimento, zero obra, desconto imediato

O modelo por assinatura funciona de outra forma: a Coesa Solar mantém fazendas solares próprias no interior de Minas Gerais, gera energia lá e injeta na rede. Você recebe os créditos dessa geração na sua conta de luz, sem precisar instalar nada. Em troca, paga apenas uma mensalidade à Coesa, que é menor do que o valor que você deixaria de pagar à distribuidora.

Na prática, quem assina obtém um desconto 20% na conta de luz já no primeiro mês. A redução média fica em torno de 20%, o que numa conta de R$ 400 representa uma economia de R$ 80 por mês. Não há custo de instalação, não há obra, não há burocracia com a distribuidora — a Coesa cuida de tudo. O contrato é digital e você começa a economizar sem colocar a mão no bolso.

Um exemplo concreto para comparar

Uma família que pagaria R$ 25 mil pelos painéis próprios, sem ter esse valor em caixa, poderia assinar um plano e economizar cerca de R$ 80 a R$ 100 por mês desde o primeiro ciclo de faturamento. Em um ano, isso significa mais de R$ 1.000 de economia real, sem investimento inicial. Enquanto os painéis próprios exigem espera de anos para recuperar o capital, a assinatura devolve o alívio financeiro já no mês seguinte.

A escolha certa depende do seu objetivo: se você quer dar uma solução definitiva para a sua casa, tem recursos e planeja ficar no imóvel por muito tempo, os painéis próprios podem fazer sentido. Mas se você prefere não imobilizar dezenas de milhares de reais, não quer lidar com telhado e manutenção, ou busca uma economia imediata e sem complicação, a assinatura de créditos é o caminho mais direto. Para a maioria dos mineiros que pagam contas altas, essa última opção elimina as duas maiores barreiras da energia solar: o custo alto e a obra. Quer entender melhor como economizar sem instalar nada? Veja no artigo [Economizar na Conta de Luz Sem Instalação] como funciona todo o processo e saia do mês seguinte com uma conta mais leve.

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Quem pode usar créditos de energia solar na conta de luz

Se você mora em Minas Gerais e paga conta de luz acima de R$ 200 por mês, já pode usar os créditos de energia solar da Coesa — mesmo sem ter telhado próprio. O único requisito é ser atendido por uma distribuidora parceira, como a Cemig, e estar com o cadastro em dia junto à concessionária.

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Na prática, os requisitos são simples:

  • Morar ou ter empresa em Minas Gerais — a Coesa atende todo o estado, de Belo Horizonte ao interior.
  • Conta de luz acima de R$ ­200/mês — esse é o valor mínimo para o desconto valer a pena; abaixo disso, a economia fica pequena demais. .
  • Ser cliente de uma distribuidora parceira — a Cemig cobre a maior parte do estado; em algumas regiões, outras distribuidoras também operam com a Coesa. .
  • Cadastro em dia — sem débitos pendentes ou irregularidades na conta, o processo é 100% digital e leva poucos dias;.

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Vale para residências e pequenos negócios. Se você tem uma casa, um apartamento ou uma empresa de pequeno porte — como um salão, um mercadinho ou uma oficina —, o modelo funciona igual. A energia gerada nas fazendas solares da Coesa é injetada na rede da distribuidora, e os créditos abatem o seu consumo mensal. Você continua usando a mesma energia da rede, sem mudar nada na sua instalação.

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Um exemplo concreto: um dono de salão em Contagem, com conta média de R$ 350 por mês, pode assinar um plano da Coesa e passar a pagar cerca de R$ 280 — uma economia de R$ 70 todo mês, sem obra, sem painel no teto e sem investimento inicial. O contrato é assinado online, e o desconto aparece direto na fatura da Cemig, já no primeiro ciclo de faturamento após a ativação.

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Para empresas, o benefício é o mesmo. Se o seu negócio consome mais — por exemplo, uma conta de R$ ­800 por mês —, o desconto 20% se aplica da mesma forma. Basta ter um CNPJ ativo e as contas em dia. O processo de adesão é idêntico ao de uma pessoa física, sem burocracia extra;;

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Se você ainda não sabe se a sua região é atendida, a Coesa faz essa verificação gratuitamente. Você só precisa enviar uma conta de luz recente, e a equipe confirma na hora se a sua distribuidora é parceira. Normalmente, quem recebe conta da Cemig já está elegível—mas vale sempre confirmar, porque pode haver exceções em áreas rurais ou condomínios específicos;;

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Para entender melhor como o desconto aparece na fatura e como funciona a compensação dos créditos, veja o nosso artigo Desconto na conta de luz Minas Gerais—ele explica passo a passo o que muda no seu boleto depois que você assina o plano da Coesa.

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O que verificar antes de assinar um plano de créditos de energia

Assinar um plano de créditos de energia é diferente de comprar um produto. Você não recebe nada físico, então o contrato é o coração de todo o acordo. Antes de clicar em "aceptar", vale passar os olhos por quatro pontos: prazo, taxas, mudança de endereço e reajuste. São detalhes que, entendidos desde o início, evitam surpresas depois.

1. Prazo e fidelidade
A maioria dos planos de energia solar por assinatura pede uma permanência mínima. Na Coesa, o contrato é claro sobre isso: você sabe exatamente por quanto tempo está comprometido. Antes de assinar, pergunte (ou leja) quantos meses dura a fidelidade. Não há armadillas escondidas, mas é melhor confirmar por escrito.

2. Taxas de adesão e instalação
Este é o ponto que mais diferencia a Coesa de outras opções. Aquí não se paga nada por adesão, nem por instalação — porque não há instalação. Não há painel no seu telhado, não há inversor na parede, não há obra. Você paga apenas a mensualidad pelo serviço, com o desconto já aplicado. Zero custo inicial, zero custo de montagem.

3. Mudança de endereço
Se você planeja mudar de cidade dentro do período do contrato, avise a Coesa com antecedência. O plano pode ser transferido ao novo endereço, sem perder o desconto. Não precisa cancelar e refazer tudo do zero. Basta uma comunicação simples, e a energia solar continua chegando na sua casa nova. Isso é uma ventaja enorme comparada a sistemas próprios, onde mudar significa desmontar tudo.

4. Reajuste anual
Nenhuna empresa pode congelar preços para sempre, e a Coesa não esconde isso. O contrato prevé um reajuste anual, baseado em índices oficiais de inflação. Na prática, isso significa que o desconto 20% se mantiene, mesmo quando a tarifa da distribuidora local sobe. O que você paga cresce, mas sempre menos do que pagaria sem o plano. E o reajuste é transparente: você sabe as regras desde o início.

5. Cancelamento
E se algo der errado? O cancelamento também está regulado no contrato. Não há multas absurdas nem letra pequena que te prenda para sempre. Você paga o que consumiu até o momento da baixa, e nada mais. Claro, dentro do período de fidelidade pode haver uma penalidad proporcional, mas isso está escrito claramente. Fora desse período, cancelar é simples.

O que NÃO precisa verificar
Não precisa medir seu telhado, não precisa pedir autorização ao condominio, não precisa limpar paineles, não precisa chamar um técnico. Como a energia vem de fazendas solares remotas, toda a manutenção, limpieza e monitoramento ficam do lado da Coesa. Você só se preocupa com uma coisa: pagar menos cada mês.

Um exemplo concreto
Pensemos em alguien que paga R$ 3.200 por mês de luz em uma casa grande. Com um plano de 20% de desconto, o ahorro mensual é de R$ 800. Em um ano, são R$ 9.600. Isso sem investir um centavo, sem obra, sem instalar nada. A única condição é ler o contrato com calma antes de assinar.

Agora que você sabe o que procurar, o próximo passo é ver quanto pode economizar. A Coesa tem uma calculadora online que mostra exatamente o desconto para seu consumo.

Simular economia — leva menos de dois minutos e não exige nenhun compromisso.

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Em resumo

  • Créditos de energia solar são a energia gerada por fazendas solares que vira desconto direto na sua fatura de luz.
  • A compensação é feita pela sua distribuidora atual: você continua com a Cemig e o desconto aparece na mesma conta.
  • Por assinatura, o desconto chega a 20% da conta, sem instalação, sem obra e sem investimento inicial.
  • Funciona para residências e pequenas empresas em Minas Gerais com conta de luz acima de R$ 200 por mês.
  • O item 'Energia Compensada' na fatura mostra exatamente quanto os créditos reduziram o seu consumo.

Perguntas Frequentes

O que são créditos de energia solar na conta de luz?

São a energia gerada por fazendas solares e injetada na rede, convertida em abatimento na fatura. O consumo compensado reduz o valor pago, sem obra e sem investimento inicial.

Preciso instalar painéis solares para ter créditos na fatura?

Não. Na assinatura, os créditos vêm das fazendas solares da Coesa. Você continua com sua distribuidora atual e recebe o desconto direto na fatura, sem instalação ou manutenção.

Em qual item da conta aparecem os créditos de energia solar?

No item 'Energia Compensada' ou 'Compensação GD' da fatura. Esse valor é subtraído do consumo total, e a economia final depende da faixa de desconto do seu plano.

Quanto economizo com créditos de energia solar por assinatura?

Entre 20% e 20% de desconto, conforme a faixa de consumo mensal. Quanto maior a conta, maior o desconto. A simulação no site da Coesa mostra o valor exato para o seu caso.

Os créditos de energia solar funcionam para empresas?

Sim. Pequenas empresas com conta acima de R$ 200 por mês podem assinar. O funcionamento é igual ao residencial: os créditos das fazendas solares compensam o consumo e reduzem a fatura.

Os créditos de energia solar vencem ou se acumulam?

No modelo por assinatura, a compensação é mensal: a energia gerada pelas fazendas é distribuída entre os assinantes a cada fatura. Não há acúmulo nem risco de créditos expirados.

Preciso mudar de distribuidora para usar os créditos?

Não. Você mantém a distribuidora atual, como a Cemig, e o contrato de energia. Os créditos são aplicados sobre essa mesma fatura, sem burocracia, obra ou troca de fornecedor.

Quer saber quanto você economiza?

Simule em menos de 1 minuto, sem compromisso.

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