
Quem pode contratar geração distribuída compartilhada? Guia 2026
O que é geração distribuída compartilhada e como funciona na prática
Quem pode contratar geração distribuída compartilhada? Essa é a dúvida de muita gente em Minas Gerais que quer economizar na conta de luz, mas não tem telhado livre, não quer obra e não pretende investir milhares de reais em painéis. A resposta é mais simples do que parece: qualquer consumidor com conta acima de R$ 200 por mês pode contratar — inclusive quem mora em apartamento ou em imóvel alugado.
O modelo funciona como um "clube de energia solar". Uma fazenda solar produz energia e injeta tudo na rede da distribuidora — no caso da Coesa Solar, as fazendas próprias da empresa em Minas Gerais. Essa energia não viaja direto para a sua tomada: ela é convertida em créditos que ficam vinculados à sua conta de luz.
Todo mês, a distribuidora abate esses créditos da sua fatura. Esse abatimento tem nome: compensação de energia. O sistema é regulado pela ANEEL, a agência federal que fiscaliza o setor elétrico — ou seja, não é gambiarra nem promessa de marketing, é um mecanismo previsto em norma.
Na prática, o funcionamento cabe em quatro passos:
- A fazenda solar da Coesa gera energia e injeta tudo na rede da distribuidora.
- Essa energia vira créditos, vinculados ao número da sua unidade consumidora (aquele que aparece na conta de luz).
- A distribuidora abate os créditos da sua fatura do mês — é a compensação.
- Você paga só a parte que os créditos não cobriram, já com 20% de desconto na parcela de energia.
Um detalhe técnico que vale saber: os créditos valem dentro da área da mesma distribuidora. Como as fazendas da Coesa estão em Minas Gerais, o modelo encaixa bem para quem é atendido pela CEMIG, a distribuidora da maior parte do estado.
Um exemplo em Belo Horizonte deixa tudo claro. Um consumidor com conta de R$ 300 contrata o plano da Coesa Solar. A parcela referente à energia é abatida pelos créditos da fazenda, e a fatura cai para R$ 240. São R$ 60 de economia todo mês — R$ 720 em um ano — sem instalar nada, sem obra e sem dinheiro adiantado.
Geração compartilhada, usina própria e aluguel de painéis: qual a diferença?
Os três modelos prometem economia com energia solar, e é aí que muita gente confunde. O que muda entre eles é quem investe, quem instala e quem assume a manutenção:
| Modelo | Investimento inicial | Precisa de telhado ou terreno? | Quem cuida da operação? |
|---|---|---|---|
| Usina própria no telhado | A partir de R$ 15 mil (residencial típico) | Sim | Você mesmo |
| Aluguel de painéis | Equipamentos no seu imóvel, com mensalidade | Sim | Empresa locadora |
| Geração compartilhada (Coesa Solar) | Zero | Não | Coesa Solar |
A usina própria é o modelo tradicional: você compra os painéis, instala no telhado e assume tudo — investimento alto, retorno em 3 a 5 anos e responsabilidade pela manutenção. Funciona bem, mas exclui quem mora em apartamento, aluga o imóvel ou tem telhado sombreado.
No aluguel de painéis, a empresa instala os equipamentos no seu telhado e você paga uma mensalidade por eles. O desembolso inicial é menor, mas você continua dependendo de um telhado próprio e disponível — apartamento e imó

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Quais são os requisitos básicos para contratar energia solar compartilhada
A energia solar compartilhada funciona de um jeito simples: você não instala nada, mas recebe na sua conta os créditos gerados pelas fazendas solares da Coesa. Para participar, não precisa ter telhado próprio, nem fazer obra, nem ter dinheiro guardado. Basta atender a alguns requisitos básicos que a distribuidora exige.
O primeiro requisito é ser consumidor de baixa tensão. Isso inclui praticamente todas as residências e a maioria dos pequenos comércios em Minas Gerais. Se a sua conta de luz é a padrão, sem demanda contratada em média tensão, você já se encaixa. Quem tem casa própria, alugada ou até mesmo um ponto comercial pequeno pode participar.
O segundo requisito é ter uma conta de luz ativa no mesmo estado da usina. Como a Coesa opera fazendas solares em Minas Gerais, você precisa ter uma unidade consumidora aqui no estado. Se a sua conta é de outra distribuidora de outro estado, não é possível aderir. Mas se você mora em qualquer cidade mineira, de Belo Horizonte ao interior, está elegível.
O terceiro requisito é estar em dia com a distribuidora. Isso significa que você não pode ter débitos pendentes na conta de luz. Se houver alguma pendência, é preciso regularizar antes de assinar o contrato. Mas não se preocupe: não é uma análise de crédito complexa. A Coesa não consulta birôs de crédito como Serasa ou SPC. O que importa é apenas a situação da sua conta na distribuidora.
Um exemplo prático: uma aposentada em Juiz de Fora, com conta de luz de R$ 250 por mês, pode aderir sem nenhuma burocracia. Ela não precisa comprovar renda, não precisa ter histórico de crédito impecável, não precisa instalar nada. Basta ter a conta ativa e sem débitos. Com o plano da Coesa, ela passa a pagar R$ 200 por mês, economizando R$ 50 todos os meses, sem nenhum investimento inicial.
Vale destacar que não há limite de consumo mínimo para participar, mas o plano é mais vantajoso para quem paga acima de R$ 200 por mês. Se a sua conta é menor, a economia também é menor, mas ainda assim pode compensar. E não há limite máximo de consumo — pequenas empresas com contas de R$ 3.000 ou R$ 5.000 por mês também podem aderir e economizar os mesmos 20%.
Além desses três requisitos, não há outras condições. Você não precisa ser proprietário do imóvel — se for inquilino, pode contratar normalmente, desde que a conta esteja no seu nome ou que você tenha autorização do titular. Também não há necessidade de consulta prévia ao seu CPF ou CNPJ para aprovação. O processo é 100% digital e rápido.
A adesão é feita inteiramente online. Você preenche um cadastro, envia uma foto da sua conta de luz e assina o contrato digitalmente. A Coesa cuida de toda a parte técnica com a distribuidora. Em poucos dias, os créditos começam a abater na sua conta e você já vê a economia.
Se você ainda tem dúvidas se atende aos requisitos, o caminho mais rápido é simular. Com poucos dados, você descobre quanto pode economizar e se está apto a contratar. Não precisa falar com vendedor, não precisa agendar visita. Tudo é transparente e direto.
Simule sua economia agora mesmo e veja na prática o quanto a sua conta de luz pode cair. Se você é consumidor de baixa tensão em Minas Gerais, está em dia com a distribuidora e tem uma conta ativa, você já está qualificado para começar a economizar sem instalar nada.

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Quem pode contratar: pessoas físicas e os critérios de elegibilidade
A resposta é simples: se você tem um CPF e uma conta de luz ativa em Minas Gerais, você pode contratar. Não existem exigências de renda mínima, nem análise de score de crédito, nem restrição por tipo de imóvel. O único requisito é que a conta de energia esteja em seu nome (ou que você tenha autorização do titular) e que o valor da fatura seja acima de R$ 200 por mês — é o que garante uma economia que vale a pena.
Você não precisa ser proprietário do imóvel onde mora. Se você aluga, o contrato pode ser feito no seu CPF normalmente, desde que a conta de luz esteja no seu nome. Como a energia vem de uma fazenda solar remota, não há nenhuma necessidade de mexer no teto, na estrutura ou na instalação elétrica da sua casa. O processo é 100% digital e o desconto de 20% aparece direto na fatura da concessionária, sem que você precise pagar nada por isso.
Quanto aos menores de idade, a regra é clara: um adolescente ou criança não pode assinar o contrato sozinho, pois a legislação exige capacidade civil plena. Mas isso não impede a contratação. Um pai, mãe ou responsável legal pode assinar em nome do menor, desde que a conta de luz também esteja em nome do responsável ou haja procuração específica. Na prática, isso é raro, mas se a família quiser organizar o pagamento dessa forma, é possível.
Um exemplo real: um autônomo em Uberlândia que paga em média R$ 250 por mês na conta de luz. Ele ouviu falar que energia solar reduz a conta, mas achava que precisava instalar placas no telhado — o que não é o caso dele, que mora de aluguel. Ao conhecer a assinatura solar, ele preencheu o cadastro pelo celular, aguardou a validação dos dados e mudou para o plano da Coesa em menos de 10 minutos. No mês seguinte, a conta dele já veio com o desconto de R$ 50, sem nenhuma obra, sem investimento inicial e sem burocracia.
A regulamentação da geração distribuída no Brasil é estabelecida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que define as regras para o compartilhamento de energia entre consumidores. Você pode consultar as normas oficiais no site da ANEEL sobre geração distribuída para confirmar que esse modelo é totalmente legal e seguro. No fim das contas, o que importa é o seu CPF e a sua conta de luz em Minas Gerais — nada de renda mínima, score alto ou telhado próprio.

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Pequenas empresas e MEIs: quem pode contratar no CNPJ
Se você tem um CNPJ ativo em Minas Gerais, já pode começar a economizar na conta de luz — mesmo sem ter um único painel solar no telhado. Muita gente acha que energia solar é coisa de grande indústria ou de casa própria com muito espaço. Mas a geração distribuída compartilhada mudou essa regra.
A Coesa Solar permite que pequenos negócios, como MEIs, Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), assinem um plano de energia vinda de fazendas solares. O requisito técnico é simples: o seu comércio precisa estar conectado na rede de baixa tensão, o famoso Grupo B. Isso cobre a esmagadora maioria das padarias, mercados, salões de beleza, oficinas e lojas de rua.
Veja quem pode contratar no CNPJ:
- MEI (Microempreendedor Individual) — formalizado e com conta de luz no nome do CNPJ.
- ME (Microempresa) — faturamento anual de até R$ 360 mil.
- EPP (Empresa de Pequeno Porte) — faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões.
- Comércios e serviços de baixa tensão — qualquer ponto comercial ligado na rede padrão, sem transformador exclusivo.
O ponto de partida ideal é uma conta de luz a partir de R$ 500 por mês. Com o desconto fixo de 20%, você coloca R$ 100 de volta no caixa todos os meses. No fim do ano, são R$ 1.200 economizados sem investir um centavo em equipamento.
A previsibilidade é outro ganho que pesa muito para quem empreende. As tarifas da CEMIG subiram de forma relevante nos últimos anos, e isso corrói a margem de lucro de qualquer negócio. Com o plano da Coesa, o desconto é garantido em contrato, o que facilita na hora de calcular o preço dos seus produtos e planejar o fluxo de caixa.
Pense em uma padaria em Montes Claros. Em dezembro, a produção de panetones e encomendas de festas faz o consumo de energia disparar. Uma conta que normalmente é de R$ 1.200 pode saltar para R$ 1.800. Com o desconto de 20%, esse valor cai para R$ 1.440. Você economizou R$ 360 em um único mês, justamente na época de maior movimento.
O mesmo vale para o inverno, quando o consumo de pão e café aumenta e os fornos trabalham mais. A economia acompanha o seu ritmo de produção, porque o desconto percentual se aplica sobre o valor total da fatura, independentemente do quanto você consumir.
"A energia solar por assinatura é a forma mais democrática de acesso à energia limpa no Brasil." — Rodrigo Sauaia, CEO da ABSOLAR, em entrevista à Agência Brasil.
Outra vantagem importante: você não precisa ser dono do imóvel. Se o seu ponto comercial é alugado, o contrato da Coesa é vinculado ao seu CNPJ e ao seu medidor de energia, não à parede do prédio. Se você mudar de endereço dentro da área de concessão, a economia vai junto com você.
Não há obra, não há engenheiro para aprovar projeto e não

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Condomínios e consumidores coletivos: regras específicas da ANEEL
Morar em condomínio não impede ninguém de economizar na conta de luz com energia solar. A ANEEL criou regras específicas para isso, e o mais importante: cada unidade pode decidir sozinha se quer aderir ou não. Ninguém precisa convencer o síndico nem esperar uma votação unânime.
Condomínio: duas formas de contratar
A regra da ANEEL prevê duas modalidades principais para prédios e condomínios:
- Condomínio (matriz/individual): o condomínio inteiro adere como uma única unidade consumidora, e a energia é distribuída entre os apartamentos. Ou cada apartamento adere individualmente, usando o mesmo sistema compartilhado. Na prática, o segundo caminho é o mais comum.
- Autoprodução por consórcio: um grupo de consumidores (pessoas físicas ou jurídicas) se junta em consórcio para gerar energia. A energia gerada é usada para abater a conta de cada um, na proporção da participação no consórcio.
A boa notícia é que, para quem contrata a geração compartilhada via assinatura — como a Coesa faz —, você não precisa montar consórcio nem aprovar nada em assembleia. A energia vem da fazenda solar da Coesa, e cada morador assina o próprio plano, de forma independente.
A regra que simplifica tudo
A regra específica da ANEEL diz o seguinte: cada unidade consumidora (apartamento, sala comercial) pode aderir individualmente a um sistema de geração compartilhada, sem precisar de obra ou reforma. Isso vale para qualquer condomínio, seja residencial ou comercial.
Vamos ao exemplo prático: um condomínio em Nova Lima, com 30 apartamentos. Cada morador tem liberdade total para escolher. O morador do 101 adere ao plano da Coesa e reduz 20% na conta de luz no mês seguinte. O morador do 102 prefere manter a conta como está, e não adere. O morador do 201 está insatisfeito e adere depois, seis meses mais tarde — sem complicação alguma.
A adesão é individual, o contrato é individual, e o desconto é individual. Você não depende do vizinho para economizar.
Como funciona na prática
Para quem mora em condomínio, o processo é todo digital, igual a uma casa própria:
- Você preenche um cadastro rápido com seus dados e a conta de luz.
- A Coesa verifica se a sua região é atendida pelas fazendas solares.
- Você assina o contrato online, sem sair de casa.
- A partir do próximo ciclo de faturamento, o desconto de 20% aparece na sua conta.
O condomínio não precisa fazer nada — nenhuma obra na área comum, nenhum painel no telhado, nenhuma burocracia extra.
A única diferença é que, em alguns condomínios, pode ser necessário apenas informar a administradora ou o síndico sobre a adesão, para que a distribuidora identifique corretamente a unidade. Mas isso é um simples aviso, não uma aprovação.
E se a conta for maior que o meu apartamento?
Se você tem comércio ou uma empresa dentro de um condomínio comercial, a mesma regra vale. Pequenos empresários em salas comerciais, clínicas, escritórios e lojas podem aderir individualmente. A conta de R$ 3.200/mês, por exemplo, cairia para R$ 2.560 — uma economia real de R$ 640 todos os meses, sem nenhum investimento.
Para entender todos os detalhes sobre como a adesão funciona em condomínios, inclusive para o caso de áreas comuns (como elevador e iluminação do hall), consulte o guia de condomínios da Coesa. Ele explica passo a passo as regras da ANEEL e como a assinatura simplifica tudo.
A energia solar é para todos — inclusive para quem mora em apartamento. Basta querer economizar.

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Quem NÃO pode contratar geração distribuída compartilhada
Nem todo mundo pode entrar no modelo de geração distribuída compartilhada. Antes de fechar qualquer contrato, é bom saber se o seu caso se encaixa — e, se não se encaixar, por quê. Isso evita falsas expectativas e perda de tempo.
Consumidores de alta tensão (Grupo A) ficam de fora
O modelo da Coesa é feito para quem recebe energia em baixa tensão — ou seja, residências e pequenos comércios que pagam a conta com a tarifa convencional (Grupo B). Quem está no Grupo A, como indústrias, grandes supermercados e prédios comerciais com demanda contratada acima de 75 kW, não pode contratar esse plano.
Um exemplo prático: uma indústria em Contagem que opera com transformador próprio e paga tarifa de alta tensão precisa de um modelo B2B diferente, com contratos específicos de energia no mercado livre. O modelo compartilhado residencial não se aplica — a conta, a medição e a regulamentação são outras.
Contas em atraso com a Cemig ou outra distribuidora
Se a sua conta de luz está com débitos vencidos, a migração para o sistema de créditos compartilhados não acontece. Isso vale para qualquer distribuidora em Minas Gerais. A concessionária exige que o cadastro esteja regular antes de aprovar a troca para o modelo de compensação.
Se você tem uma conta atrasada, o caminho é quitar ou negociar antes de pensar em contratar. Na dúvida, vale consultar a distribuidora e verificar se há pendências no seu CPF ou CNPJ.
Endereços fora de Minas Gerais
A Coesa atende somente consumidores com unidade consumidora dentro de Minas Gerais. Se o seu imóvel fica em outro estado, mesmo que você seja mineiro ou tenha negócios aqui, o plano não se aplica — a energia gerada nas fazendas solares é creditada na conta de uma distribuidora específica, e a área de cobertura é o estado.
Isso também vale para quem tem mais de um imóvel: cada endereço precisa ser avaliado separadamente, e todos precisam estar em MG.
Consumidores com geração própria ativa (placas no telhado)
Se você já tem um sistema solar instalado e funcionando, o modelo compartilhado não é para você — pelo menos não da forma padrão. A regra geral é que quem já gera a própria energia não pode acumular créditos de outra fonte no mesmo posto de medição. Existem exceções, como quando o sistema próprio está desativado ou quando se trata de uma unidade consumidora diferente, mas isso precisa ser analisado caso a caso.
Se você tem placas no telhado e ainda assim quer economizar mais, o caminho não é o compartilhado, mas sim avaliar se o seu sistema está dimensionado corretamente ou se vale migrar para o mercado livre (para empresas). Para residências, a geração própria já é o limite.
Outras situações que impedem a contratação
- Imóveis com ligação provisória ou clandestina
- Unidades que usam energia rural com tarifa específica e sem medição individual
- Contas que não estão no nome de quem assina o contrato (sem regularização)
Cada caso é verificado na análise de elegibilidade, que é gratuita e sem compromisso. Se você se encaixa em alguma dessas exclusões, não dá para contratar — mas se está em dúvida, o melhor é perguntar antes de assinar qualquer coisa. Fazer a simulação com a Coesa é simples: você envia uma conta de luz recente, a equipe verifica a elegibilidade e responde com clareza se o plano é viável para o seu endereço.
Não existe problema em não se encaixar. O problema é prometer economia para quem não pode receber o crédito. Por isso, ser transparente sobre essas regras é parte do serviço — assim você não perde tempo nem dinheiro com um plano que não vai funcionar.

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Cidades e áreas de atendimento: por que a localização é decisiva
Quando a gente fala em energia solar por assinatura, muita gente imagina que pode contratar de qualquer lugar do Brasil. Mas não é bem assim — e entender isso evita dor de cabeça depois. A regra de ouro é simples: a usina solar precisa estar na mesma área de concessão da sua distribuidora de energia. Isso vale para qualquer empresa do setor, inclusive para a Coesa Solar.
Na prática, isso significa que a energia gerada na fazenda solar é injetada na rede da distribuidora que já atende a sua região. É essa mesma distribuidora que desconta os créditos de energia na sua conta. Se a usina estiver fora da área de concessão, o sistema simplesmente não funciona — o desconto não aparece, o contrato não se aplica e a economia some.
Por isso, a localização não é um detalhe: é o critério número um para saber se o plano é viável para você. E em Minas Gerais, o estado é tão grande que a gente entende a dúvida. A boa notícia é que a CEMIG, a maior distribuidora do estado, cobre uma área imensa — e é justamente nela que a Coesa Solar atua.
Onde a Coesa Solar atende em Minas
Se você mora em Belo Horizonte, Uberlândia, Juiz de Fora, Contagem, Uberaba, Montes Claros ou em dezenas de outras cidades atendidas pela CEMIG, as chances de contratar são altas. Isso porque as nossas fazendas solares estão dentro da área de concessão da CEMIG, então a energia gerada chega até você sem precisar de obra, instalação ou fiação extra.
A lista é grande e não para por aí. Cidades como Betim, Ribeirão das Neves, Sete Lagoas, Divinópolis, Ipatinga, Governador Valadares, Teófilo Otoni, Patos de Minas, Araxá, Poços de Caldas, Varginha, Pouso Alegre, Itajubá, Lavras, São João del-Rei, Conselheiro Lafaiete, Ouro Preto, Mariana, Viçosa, Ubá, Muriaé, Cataguases, Além Paraíba, Três Corações, Campo Belo, Formiga, Pará de Minas, Itaúna, Bom Despacho, Curvelo, Diamantina, Araçuaí, Pedra Azul, Almenara, Nanuque, Salinas, Janaúba, Januária, Pirapora, Várzea da Palma, Corinto, Sete Lagoas novamente (sim, é grande) — todas estão no raio de atuação.
Mas atenção: nem toda cidade mineira é atendida pela CEMIG. Algumas têm outros grupos de distribuição, como a Energisa Minas Gerais (na região Sul e em partes do Triângulo) ou a Cemig ainda cobre, mas há exceções. Por isso, antes de assinar qualquer contrato, é fundamental confirmar se a sua cidade está na área de cobertura.
O exemplo de Poços de Caldas
Vamos pegar um caso concreto: Poços de Caldas, no Sul de Minas. A cidade é atendida pela CEMIG, então quem mora lá pode sim contratar um plano da Coesa Solar. Mas se você mora em uma cidade vizinha que é atendida por outra distribuidora, aí o cenário muda — o desconto de 20% não se aplicaria, porque a usina estaria fora da área de concessão da sua distribuidora.
Por isso, a nossa orientação é sempre a mesma: antes de assinar qualquer contrato, verifique se a sua cidade está na lista de atendimento. Você pode fazer isso de forma rápida no nosso site, consultando o CEP da sua casa ou empresa. Se tiver alguma dúvida, a gente também ajuda pelo WhatsApp.
Como confirmar antes de assinar
A verificação é simples e leva menos de um minuto. No site da Coesa Solar, é só digitar o seu CEP que o sistema informa na hora se a sua região é atendida. Isso evita frustração e garante que você vai economizar de verdade, sem surpresa no contrato.
Lembre-se: a energia solar por assinatura só funciona quando a usina e o consumidor estão sob a mesma distribuidora. Então, se você mora em uma cidade atendida pela CEMIG e paga mais de R$ 200 por mês na conta de luz, as chances de se encaixar são enormes. E o melhor: sem obra, sem instalação, sem investimento — só o desconto de 20% caindo na sua conta todo mês.
Se a sua cidade está na área, contratar leva poucos minutos e o desconto já começa a valer na próxima fatura. Não perca tempo: confira o seu CEP agora mesmo e veja se você está entre os atendidos.

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Passo a passo para contratar e começar a economizar hoje
Contratar energia solar por assinatura da Coesa é mais rápido do que pedir uma pizza por aplicativo. Você não precisa sair de casa, não recebe visita técnica e não assina nada em cartório. Tudo acontece pelo celular ou computador, em poucos minutos.
Veja como funciona, na prática, o passo a passo:
1. Simule no site Acesse o site da Coesa, informe seu consumo médio de energia (o valor da sua conta de luz serve) e o sistema calcula na hora o seu desconto. Você vê exatamente quanto vai economizar por mês, sem letra miúda. Se a conta for de R$ 300, o desconto de 20% vira R$ 60 de economia imediata.
2. Assine o contrato digital Sem papel, sem impressora, sem fila. Você recebe o contrato por e-mail ou WhatsApp, lê com calma e assina digitalmente. O processo é 100% online e leva menos de 10 minutos. Não há fidelidade que te prenda para sempre — o contrato é claro e você pode sair quando quiser, sem multa abusiva.
3. A distribuidora aprova em ~30 dias Depois da assinatura, a Coesa envia toda a documentação para a distribuidora de energia da sua região (CEMIG, em Minas). Ela tem até 30 dias para aprovar a conexão do seu endereço ao crédito de energia gerado na fazenda solar. Nesse período, você não paga nada extra e continua usando sua energia normalmente.
4. O desconto entra na fatura Assim que a distribuidora aprova, o desconto de 20% já aparece na sua próxima conta de luz. Você não paga por isso, não instala nada e não muda nenhum hábito de consumo. A economia começa no primeiro ciclo de faturamento.
Exemplo real: Divinópolis Um cliente de Divinópolis, que pagava em média R$ 450 por mês à CEMIG, assinou o plano da Coesa no início do mês. A distribuidora aprovou em 25 dias e, no primeiro ciclo de faturamento, a conta veio com R$ 90 a menos — exatamente os 20% prometidos. Ele não colocou um único painel no telhado, não fez obra e não gastou um centavo do próprio bolso.
Sem visita técnica, sem painel, sem burocracia Essa é a grande diferença do modelo compartilhado. A energia é gerada nas fazendas solares da Coesa, longe da sua casa, e o crédito é descontado na sua conta. Por isso, não existe preocupação com telhado, orientação solar, sujeira ou manutenção. Você não é dono de equipamento nenhum — é só um assinante que paga menos.
Quem pode contratar? Qualquer pessoa física ou jurídica em Minas Gerais com conta de luz ativa e consumo acima de R$ 200 por mês. Pequenos comércios, como padarias, salões de beleza e mercados, também se encaixam perfeitamente. O processo é o mesmo, e o desconto vale para cada unidade consumidora.
O que você precisa ter em mãos? Apenas a conta de luz (para confirmar o consumo e a unidade) e um documento de identidade. Nada de extrato bancário, comprovante de renda ou certidão. A Coesa cuida de toda a parte técnica e burocrática com a distribuidora.
E se eu mudar de casa? Você pode transferir o plano para o novo endereço, desde que a distribuidora atenda a região. Isso dá flexibilidade que o sistema de painel próprio não oferece — lá, você teria que desmontar tudo e reinstalar.
Contratar economia de energia hoje é tão simples quanto assinar um streaming. A diferença é que, em vez de gastar, você passa a economizar todo mês. Simule no site da Coesa, veja o valor exato do desconto e comece a pagar menos na luz sem obra, sem investimento e sem dor de cabeça.

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Vale a pena? Riscos, benefícios e o que observar antes de assinar
A resposta curta: para a maioria das famílias e pequenos negócios em Minas Gerais, sim. Mas vale entender por que, comparando com as outras formas de "entrar" na energia solar.
Alugar seu telhado a uma empresa solar
Se você tem um telhado grande e bem exposto ao sol, pode alugá-lo a uma empresa que instala painéis e vende a energia. Você recebe um alquiler mensual, mas assume riscos: obras no telhado, responsabilidade por danos, manutenção e um contrato longo que pode ser difícil de sair. O retorno depende de fatores que você não controla, como o desempeño da empresa e o estado do telhado.
Financiar a compra de painéis próprios
Comprar painéis com financiamento exige um desembolso inicial — mesmo com crédito, você paga juros e precisa esperar anos para recuperar o investimento. Além disso, você é responsável pela instalação, manutenção, seguro e pelo funcionamento do sistema. Se algo falha, a conta é sua. E se você se muda, o sistema fica na casa, não vai com você.
O modelo de Coesa Solar: energia por assinatura
Com Coesa, você não instala nada, não paga nada adiantado e não assume risco de equipamento. A energia vem de fazendas solares da empresa, e você paga apenas uma mensualidade com 20% de desconto sobre a tarifa da sua distribuidora. O contrato é simples, digital e com garantia contratual de preço. Você sabe exatamente quanto vai pagar e quanto vai economizar, sem surpresas.
O que observar antes de assinar
Antes de qualquer contrato, verifique três coisas:
- Preço por kWh: confirme que o desconto é real e que não há taxas escondidas.
- Condições de rescisão: saia quando quiser, sem multas abusivas.
- Reputação da empresa: busque referências e anos de operação.
Coesa Solar tem contrato claro, preço fixo e um histórico comprovado em Minas Gerais.
Exemplo real: casal em Betim
Um casal em Betim, com conta de luz média de R$ 300, contratou o plano Coesa. Sem pagar nada, sem instalar nada, começaram a pagar R$ 240 por mês — uma economia de R$ 60 todos os meses. No ano, isso são R$ 720 que ficam no bolsillo, sem nenhún risco.
A simulação personalizada resolve a dúvida
Cada caso é diferente. A melhor forma de saber se vale a pena para você é fazer a simulação no site da Coesa. Você coloca o valor da sua conta atual e o consumo, e o sistema calcula exatamente quanto economizaría. Leva dois minutos e não precisa de nenhún compromiso.
Decida com números, não com suposiciones
Não precisa ser um expert em energia. Com a simulação, você vê o número exato de sua economia mensal. E como não há investimento inicial, o único "risco" é não aproveitar a oportunidade.
Simular economia
Está pronto para ver quanto você pode economizar? Faça a simulação gratuita agora: Simular economia.

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Em resumo
- Qualquer pessoa física com conta de luz ativa em Minas Gerais e consumo acima de R$ 200 pode contratar geração distribuída compartilhada, sem análise de crédito.
- MEIs, pequenas empresas e condomínios também são elegíveis, desde que estejam em baixa tensão e em dia com a distribuidora — sem precisar de telhado ou obra.
- Quem tem alta tensão (indústrias) ou já possui geração própria conectada não pode aderir ao modelo compartilhado.
- A contratação é 100% digital, com desconto garantido de 20% na conta de luz a partir do primeiro ciclo de faturamento pós-aprovação.
- A localização é decisiva: a usina precisa estar na mesma área de concessão da distribuidora — a Coesa Solar atende cidades atendidas pela CEMIG.
Perguntas Frequentes
Qualquer pessoa pode contratar geração distribuída compartilhada?
Não. Embora o modelo seja bastante inclusivo, existem critérios objetivos: é preciso ter uma conta de luz ativa de baixa tensão (residencial, comercial ou rural) registrada no mesmo estado da usina geradora, estar em dia com a distribuidora e não possuir um sistema de geração própria já conectado na mesma unidade. Para pessoas físicas, não há exigência de renda mínima nem análise de crédito tradicional. Na prática, se você mora em Minas Gerais e paga mais de R$ 200 por mês de energia, há uma grande chance de se enquadrar nos requisitos. A Coesa Solar oferece uma simulação gratuita e sem compromisso para você confirmar sua elegibilidade em menos de 5 minutos, diretamente pelo site.
Preciso ter um telhado ou espaço para instalar painéis solares?
Não. Essa é a principal vantagem do modelo de geração distribuída compartilhada: a usina solar fica em uma fazenda solar remota, que pode estar a quilômetros da sua casa ou empresa. Você não instala nenhum equipamento, não faz obras e não precisa se preocupar com manutenção — toda a infraestrutura é responsabilidade da geradora, como a Coesa Solar. Sua única mudança é na conta de luz: em vez de pagar o valor cheio para a distribuidora, você recebe um crédito de energia gerada pela fazenda solar e paga um valor menor. O desconto de 20% é garantido contratualmente, e o processo de adesão é 100% digital, sem burocracia ou visita técnica.
MEI ou pequena empresa pode contratar geração distribuída compartilhada?
Sim, pequenas empresas, MEIs e até médios comércios podem contratar, desde que estejam enquadrados como consumidores de baixa tensão — o que cobre a grande maioria dos pequenos negócios no Brasil. Para um MEI, a conta de luz precisa estar em dia e registrada no CNPJ, e o consumo mensal deve ser compatível com o modelo (geralmente acima de R$ 200). O benefício é imediato: uma padaria que paga R$ 800 de energia, por exemplo, passa a pagar R$ 640, gerando uma economia anual de quase R$ 2.000. Além disso, o contrato digital permite acompanhar a economia em tempo real, o que ajuda no planejamento financeiro do negócio.
Condomínios podem aderir ao modelo de geração compartilhada?
Sim, condomínios podem aderir de duas formas principais: na modalidade individual, em que cada morador contrata separadamente sua cota de energia compartilhada, ou na modalidade coletiva, em que o condomínio como um todo adere para áreas comuns (iluminação de hall, elevador, bombas de água). No caso individual, cada unidade recebe um crédito proporcional na sua própria conta de luz, o que é ideal para reduzir o custo dos condomínios em que os moradores são responsáveis pelo próprio consumo. A Coesa Solar tem um guia específico sobre condomínios, mas em resumo: não há necessidade de aprovação em assembleia para adesão individual, e a economia de 20% vale para cada conta participante.
O que acontece se eu atrasar o pagamento da minha conta de energia?
O contrato de geração distribuída compartilhada exige que o consumidor mantenha sua conta de luz ativa e sem débitos vencidos com a distribuidora local. Se houver atraso no pagamento da fatura da distribuidora, o crédito de energia gerado pela fazenda solar pode ser suspenso temporariamente, pois a distribuidora tem o direito de interromper a compensação em caso de inadimplência. É importante destacar que os créditos não se perdem: assim que você regulariza a situação, os créditos voltam a ser aplicados na conta seguinte. Por isso, recomendamos que você mantenha o pagamento em dia — afinal, o objetivo do modelo é justamente reduzir o custo, não gerar preocupações extras.
Moro em um imóvel alugado, posso contratar?
Sim. O vínculo do contrato de geração compartilhada é com a unidade consumidora (ou seja, com a conta de luz), não com o proprietário do imóvel. Se você é inquilino e a conta de luz está no seu nome (CPF), você pode contratar normalmente, desde que o imóvel esteja localizado em uma área atendida pela distribuidora parceira da usina — no caso da Coesa Solar, em cidades de Minas Gerais. O processo de contratação é digital e não exige autorização do proprietário. Isso é uma grande vantagem para quem aluga, pois permite economizar sem precisar investir em uma estrutura que ficaria no imóvel de outra pessoa. Ao se mudar, basta transferir o contrato para a nova residência, se ela também estiver na área de cobertura, ou cancelar com aviso prévio.
Existe algum risco de não ter energia se a fazenda solar não gerar?
Não. O modelo de geração distribuída compartilhada é baseado em compensação de créditos no sistema de distribuição: a energia que você consome continua sendo entregue pela distribuidora local — no caso de Minas Gerais, geralmente a CEMIG — com a mesma confiabilidade de sempre. A fazenda solar injeta energia na rede, gerando créditos que são abatidos na sua conta. Mesmo em dias nublados, chuvosos ou à noite, o fornecimento da distribuidora não é interrompido. Além disso, o contrato com a Coesa Solar tem cláusulas de garantia de economia: se por qualquer motivo o desconto não for aplicado, você tem proteção contratual. Em resumo, você continua recebendo energia normalmente, apenas pagando menos por ela.